O poeta e naturalista Antônio Gilmar Maia Gusmão esteve na última quinta-feira (23/05) visitando a Biblioteca do Autor Montes-Clarense "Maria das Mercês Paixão Guedes" (Rua Padre Augusto, 183, quarto andar, Centro de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais) para aconselhar o atual livreiro e jornalista por formação, João Renato Diniz Pinto, a parar de tomar remédios contra a depressão. Alertou que esses medicamentos engordam e diminuem a libido. Solicitou ainda que o livreiro pare de incomodar a assistente social, Sônia Gomes de Oliveira, e o estudante de Direito das Faculdades Santo Agostinho e administrador do Projeto de Desenvolvimento Rural e Urbano (Proderur) da Arquidiocese de Montes Claros, Felipe Gomes da Silva, com mensagens fora de hora pela rede social facebook.
Em uma conversa informal, Gilmar Gusmão disse que pediu a Deus para o Norte de Minas Gerais permanecer quente. Caso contrário, o governo não faz as suas lagoas. Ensinou sobre o seu processo ao criar poemas. "Eu escrevo as poesias pequeninas, mas eu tenho que decorá-las", confessou. Pesquisou no www.google.com.br sobre a droga popularmente conhecida como pó de anjo. "Sabe o que acontece? Pesquise aí: existe remédio que tem pó de anjo?". Encontrou o link https://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u326241.shtml?fbclid=IwAR2TJlV0Hz9jqhIIPtC8BJjXqFy-uDqBBPwZLB9gpJ2X5SsS3afAC0I9sZc, o qual pediu para que o jornalista lesse em voz alta para ele. Estudou também a respeito da fenciclidina, nome científico do medicamento, disponível no link https://pt.wikipedia.org/wiki/Fenciclidina?fbclid=IwAR3Ym65yTA5nx2Hne7lTfyj85j1Q4hGhWqNLJEGEGJLf4aynqvxXaJecGBg.
Em 2019, o mundo recorda os 50 anos da chegada do homem à lua. Gilmar Gusmão contestou esse fato. Ele não acredita que o homem foi à lua. "Os americanos são cheios de mentiras. Pedi que furassem um monte de buracos no deserto do Atacama, na América do Sul. Encenamos tudo lá", revelou o poeta. Esse seu depoimento despertou a curiosidade dos internautas no facebook. "Nem meu avô acreditava!!!" na chegada do homem à lua, relembrou Gilson Vieira. "O problema não é se foi ou não à lua. O problema é o que é a lua?", filosofou Lucrécio Barato. "Quem pensa a lua poeticamente (e eu também sou poeta), achando que é um lugar no céu que vivem São Jorge e o seu cavalo, tem motivo para pensar assim. Eu vejo a lua como um lugar como a terra", opinou.
Gilmar Gusmão reforçou o seu comentário anterior sobre a droga fenciclidina com uma experiência de vida. Ele contou que quase morreu ao ser medicado em 1981 com Hadol e Akineton quando esteve internado no Prontomente. Ele pesava 48 quilos e passou a pesar 66 quilos. "Nós somos vegetarianos por natureza", afirmou o poeta e naturalista Gilmar Gusmão ao recomendar ao livreiro da Biblioteca que coma mais frutas, legumes e verduras cruas. Indicou a leitura de mais uma página na internet sobre a atitude do advogado Vinícios Leôncio, que protestou contra as várias leis criadas no Brasil ao lançar um livro de sete toneladas e meia. O advogado se dedicou às pesquisas durante 23 anos para escrever a obra. O texto da matéria está disponível no link http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/03/em-protesto-complexidade-de-leis-advogado-lanca-livro-de-75-toneladas.html?fbclid=IwAR1h996NB_52YdgDyidU8yJW0KNwP_4lBfothn-bbyVv8hRRblyaZFK1L5U.
O poeta e naturalista não anda de elevador. Juntamente com o livreiro e jornalista, desceu as escadas do prédio da Drogaria Minas-Brasil Manipulação até o térreo e foi embora. Encerrou o dia no Centro Cultural Hermes de Paula dando boas risadas ao assistir a peça teatral "O Enfermeiro", encenada por Diógenes Câmara e Eduardo Brasil. Baseada em texto de Machado de Assis, a história do coronel Felisberto e do enfermeiro Procópio entreteu Gilmar Gusmão.
Frase
"(...) Quem vai no chão de fábrica compreende melhor o que está acontecendo. Nada melhor do que conversar, escutar e olhar nos olhos de quem foi diretamente afetado (...)"
Romeu Zema Neto, governador do Estado de Minas Gerais, durante o lançamento da Campanha S.O.S. Chuva 2023-2024, a respeito dos atingidos por tragédias consideradas naturais na sociedade capitalista, como chuvas em áreas urbanizadas, rompimentos de barragens de rejeitos minerários e coronavírus
sábado, 25 de maio de 2019
"Pedi que furassem um monte de buracos no deserto do Atacama, na América do Sul. Encenamos tudo lá", revela poeta Gilmar Gusmão sobre a verdade da chegada do homem à lua há 50 anos
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Rosani Abou Adal expõe seus poemas no Painel Permanente de Poesia
A partir desta quinta-feira (16/05), o Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto apresenta trabalhos poéticos de Rosani Abou Adal. O espaço fica localizado dentro das dependências da Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula e a visitação é gratuita.
Rosani Abou Adal, nascida em São Paulo, é escritora, poeta, publicitária e jornalista. Vice-presidente do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e membro da Academia de Letras de Campos do Jordão, exerceu o cargo de diretora da Associação Brasileira de Imprensa Seccional de São Paulo, da Academia Piracicabana de Letras e do Centro de Estudos Americanos Fernando Pessoa. Foi conselheira da Associação Brasileira de Imprensa.
Rosani é autora dos livros de poemas "Mensagens do Momento" (1986), "De Corpo e Verde" (1992) e "Catedral do Silêncio" (1996). Recebeu os prêmios "Ribeiro Couto", da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, e "Mulheres no Mercado - Categoria Literatura", promovido pela Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo e pela Casa de Cultura de Santo Amaro. Tem trabalhos publicados na França, Portugal, Itália e Estados Unidos.
Texto: Hélder Maurício
Imagem: Divulgação
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
terça-feira, 14 de maio de 2019
Inscrições para maior salão de poesia do Brasil começam em junho
O Grupo de Literatura e Teatro Transa Poética divulga as inscrições para o 33º Festival de Arte Contemporânea Psiu Poético, que terá como tema "Psiu Cinema". De 1º de junho até 31 de julho de 2019, os interessados deverão entregar seus poemas e versos na Biblioteca Pública Municipal Dr. Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro de Educação e Cultura Dr. Hermes de Paula, ou pelo site www.psiupoetico.com.br. Os participantes poderão inscrever de um a três poemas, digitados ou trabalhados de forma artesanal, enfatizando o conteúdo do poema. Para as poesias digitais, são exigidas as seguintes regras: o texto deve ser enviado em PDF, DOCx ou DOC, e a fonte do texto é livre. Deve constar abaixo da poesia o nome do autor, cidade de procedência e o nome “33º Festival de Arte Contemporânea Psiu Poético”.
Artistas de outras localidades podem mandar seu trabalhos pelo correio, endereçando-os ao Centro de Educação e Cultura Dr. Hermes de Paula Biblioteca Pública Municipal Dr. Antônio Teixeira de Carvalho com o título “33º Festival de Arte Contemporânea Psiu Poético – Psiu Cinema”, Praça Dr. Chaves, 32, Centro - Montes Claros/MG, CEP 39.400-005. O evento é aberto para a participação de poetas, além de artistas independentes que queiram apresentar performances, recitais, esquetes teatrais, intervenções, debates, vídeos, filmes, músicas, danças, livros, CDs e demais manifestações culturais.
Os trabalhos inscritos e selecionados pela coordenação passarão a fazer parte da programação do Psiu Poético 2019, que acontecerá de 04 (Dia Municipal da Poesia) a 12 de outubro, tendo como bases as dependências do Centro Cultural Hermes de Paula e a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), entre outros espaços públicos de Montes Claros. Durante a programação, as poesias serão levadas a várias localidades da cidade. Na oportunidade, seis poetas serão homenageados pelo que vêm contribuindo com a discussão e evolução da arte poética brasileira.
O Festival de Arte Contemporânea Psiu Poético não é um concurso, nem tem como propósito premiar o primeiro lugar de cada categoria. Seu princípio básico é celebrar a poesia, promover o encontro de poetas, escritores e artistas de todos os lugares. O evento acontece desde 1987, sendo considerado o maior do gênero no país.
Texto: Hélder Maurício
Imagens: Fábio Marçal
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto recebe poemas da artista Reh Freitas
O Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto, localizado nas dependências da Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula, apresenta, até o dia 15 de maio, uma exposição de poemas da artista Reh Freitas.
Reh Freitas, natural de Montes Claros, morou em Itaúna por um tempo. Amante da poesia, criou a página @palavrasembriagadas. Graduou-se em Letras Português/Inglês pela Faculdade de Pará de Minas, com especialização em Literatura pelo Instituto Pedagógico de Minas Gerais (Ipemig) e Educação Inclusiva pelo Instituto Superior de Educação Verde Norte (Favenorte).
Seus textos são marcados pelo subjetivismo, intimismo, misticismo e lirismo. Instigada pela arte, tornou-se designer de acessórios, privilegiando os traços românticos e poéticos. Acredita na arte como objeto transformador do ser.
Texto: Hélder Maurício
Imagem: Arquivo Pessoal
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Poeta trabalhador
Poeta Gilmar Gusmão aproveita o 1º de Maio para passear pelo Parque Municipal Milton Prates, que este ano completa 50 anos. Lá se encontra com Ismoro da Ponte, irmão do saudoso Elthomar Santoro Júnior
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
terça-feira, 2 de abril de 2019
Trabalhos da escritora Marli Fróes são expostos no Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto
Até o dia 15 de abril, o Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto está recebendo trabalhos de Marli Fróes. O espaço fica localizado dentro das dependências da Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula. Marli Fróes, natural de Montes Claros, é escritora, capoeirista, professora de literatura, ensaísta, doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Publicou os livros de poesias “Visceral”, em 2007, e “Carnaverbo”, em 2010. Possui outras publicações em jornais e antologias diversas.
Há alguns anos, juntamente com o poeta, jornalista e escritor Jurandir Barbosa, organizou as Antologias “Psiu poético” e “Poetas de Uma Só Língua – Encontro de Poetas da Língua Portuguesa”, antologia que reúne poetas do Brasil, Angola, Portugal, Moçambique e Guiné Bissau. Marli já fez exposições de seus poemas em vários espaços públicos e transportes coletivos. É pertencente à primeira geração do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, em Montes Claros, sendo homenageada por este Salão em 2008. Além disso, ela participou da Antologia 30 Anos Luz, que comemorou os trinta anos do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, em 2016.
Dirige o Grupo Performático “Expressões do Ser-tão”, que é vinculado ao Instituto Federal de Educação do Norte de Minas Gerais, e participa do grupo performático Piquenique Antropofágico, comandado pela poeta e performer Patrícia Giseli. Ela disse ter ficado muito lisonjeada com a oportunidade de ter seus trabalhos expostos no Painel. "Fiquei extremamente satisfeita. Esse espaço é uma oportunidade para nós, artistas, mostrarmos nosso trabalho e, assim, sermos reconhecidos", ressalta.
Texto: Hélder Maurício
Imagem: Arquivo Pessoal
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
sexta-feira, 22 de março de 2019
Montes Claros exporta poesia pra capital mineira
Entre 14 e 18 de março, Montes Claros e a poesia ocuparam Belo Horizonte com performances poéticas, cinema, música, fotografia e a presença de artistas de todo o Brasil. Vários pontos da capital mineira, como escolas públicas, estações de metrô, Terminal Rodoviário, Mercado Central, praças e parques urbanos foram palco de manifestações poéticas genuínas, cortesia do Festival Beagá Psiu Poético.
A programação, que teve o apoio da Prefeitura de Montes Claros, foi promovida pelo Psiu Poético, o maior salão de poesia do Brasil, que acontece em Montes Claros há 32 anos ininterruptos. O Psiu é coordenado pelo Grupo de Teatro Transa Poética, sob a liderança do poeta, ator e servidor público municipal de Montes Claros, João Aroldo Pereira.
Na oportunidade, o público da capital pôde conferir artistas de renome como Nélio Torres, Tânia Fraga, Jorge Antônio, Maria das Graças Souza Linhares, Deomídio Macedo, Geraldo França e Arthur Gomes, que deram sua contribuição para que o evento se tornasse uma grande celebração à poesia.
Um dos pontos altos da atração foi a Bicicletada do Psiu Poético, momento em que os participantes saíram da Praça da Liberdade em direção à Praça Afonso Arinos, concluindo o evento com uma audição no Parque Municipal.
Texto: Hélder Maurício
Imagens: Divulgação
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
quinta-feira, 21 de março de 2019
Trabalhos do poeta Héryton Machado Barbosa estão expostos no Painel Permanente de Poesia
O Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto (PPP), localizado na Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula, recebe, até o dia 30 de março, obras do poeta Héryton Machado Barbosa.
Héryton cursou Pedagogia na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e é especialista em Arte na Educação pelo Instituto Gênesis de Brasília de Minas, e coach motivacional e assessor pedagógico pela Totus Comunicações. Atualmente escreve no site www.recantodasletras.com.br.
O escritor, que é natural de Brasília de Minas, tem influências literárias diversas e é ligado em temas e questões sociais que contribuem para o efetivo desenvolvimento da sociedade contemporânea e, por consequência, da arte. Confira abaixo um dos seus trabalhos poéticos.
O Gato e Rato
Eis como é irônico o fato!
O gato caiu no buraco,
O rato só veio mais tarde
E sem fazer nenhum alarde.
Caiu calado, ao lado de seu amigo,
O gato!
O mesmo assustou-se com o barulhinho!
Fuçou pelo breu com seu focinho.
Encolhido no canto, o rato, branquinho
Subiu pela lateral do buraco.
Esperto, o gato alegou ser bonzinho.
Mais esperto ainda o rato subiu mais alto
Era um buraco fundo
Sem comida nem água,
Frio e seco!
O gato faminto apelou:
- Desça amiguinho,
Estamos aqui condenados,
Então aceite seu triste legado
E venha para ser devorado.
Você será um herói pois
Acabará com a fome que me destrói!
Tamanho foi o erro do gato,
Infeliz ao pronunciar o fato.
Sua morte que viria logo!
O ratinho então respondeu:
- Legado triste é o meu?
Também é seu, é o nosso,
Mas ficarei bem aqui no alto,
E só desço quando estiver morto.
Héryton Machado Barbosa
Brasília de Minas
Beagá Psiu Poético, 2019
Texto da Matéria: Hélder Maurício
Imagens: Divulgação
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
quinta-feira, 7 de março de 2019
Poeta Gilmar Gusmão visita Casa de Pastoral Comunitária
Nesta manhã de quinta-feira (07/03), a Casa de Pastoral Comunitária da Rua Januária, em Montes Claros, Norte de Minas Gerais, recebeu a visita ilustre do bioquímico, poeta e naturalista, Antônio Gilmar Maia Gusmão, que está em plena forma e atividade física.
Incentivado pela assistente social Sônia Gomes de Oliveira, Gilmar Gusmão mandou o seu recado para o jornalista e livreiro, João Renato Diniz Pinto, que estava trabalhando na Biblioteca do Autor Montes-Clarense "Maria das Mercês Paixão Guedes".
"João, como você tá? Tá bom mesmo, João? Cê tá usando os remédios ou só a... Eu não mandei cê usar pinga direto não, viu, João", brinca o poeta via áudio gravado no facebook.
Incentivado pela assistente social Sônia Gomes de Oliveira, Gilmar Gusmão mandou o seu recado para o jornalista e livreiro, João Renato Diniz Pinto, que estava trabalhando na Biblioteca do Autor Montes-Clarense "Maria das Mercês Paixão Guedes".
"João, como você tá? Tá bom mesmo, João? Cê tá usando os remédios ou só a... Eu não mandei cê usar pinga direto não, viu, João", brinca o poeta via áudio gravado no facebook.
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
Karla Celene Campos expõe seus poemas no Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto
Serão expostos até o dia 15 de março, no Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto, os trabalhos de Karla Celene Campos. O espaço fica localizado dentro das dependências da Biblioteca Pública Municipal Doutor Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula.
Nascida em Francisco Sá e graduada em letras pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Karla Celene se especializou em Literatura Brasileira e Literatura da Língua Espanhola pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Publicou oito livros, entre eles "O lado de dentro das coisas", leitura indicada para o vestibular da Unimontes, e "Kalimera", que será lançado no BH PSIU POÉTICO 2019, no próximo dia 16 de março, no Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte.
Karla Celene Campos é escritora, poeta performática e professora de literatura. Recebeu prêmios literários em diversos concursos nacionais, em prosa e verso. Entre os prêmios estão o Prêmio Sesc de Crônicas Rubem Braga, com a crônica “Sobre milagres e espetáculos”, o Prêmio Sinpro, com a crônica “Doce no céu de nossas bocas”, e o Conexão México – Sem fronteiras pelo mundo, com o ensaio “Mexicanidades, mineiridades”.
Texto: Hélder Maurício
Imagem: Arquivo Pessoal
Karla Celene Campos é escritora, poeta performática e professora de literatura. Recebeu prêmios literários em diversos concursos nacionais, em prosa e verso. Entre os prêmios estão o Prêmio Sesc de Crônicas Rubem Braga, com a crônica “Sobre milagres e espetáculos”, o Prêmio Sinpro, com a crônica “Doce no céu de nossas bocas”, e o Conexão México – Sem fronteiras pelo mundo, com o ensaio “Mexicanidades, mineiridades”.
Texto: Hélder Maurício
Imagem: Arquivo Pessoal
"Das cidades que temos para as cidades que queremos". Esse foi o tema das Assembleias Populares (APs) na primeira década do século XXI. Procuramos, desde 03 de abril de 2008, blogar com os internautas. Valorizando o diálogo ecumênico, interreligioso e intercultural, o objetivo deste espaço virtual é incentivar as pessoas a sugerir modestas propostas sociais para evitar o fim da História.
Assinar:
Postagens (Atom)











